A Pobreza do Historicismo





A Pobreza do Historicismo
Karl Popper








Sinopse


A Pobreza do Historicismo é uma das obras mais importantes e originais sobre o alcance e a metodologia das ciências sociais até hoje produzidas. É uma crítica devastadora da ideia de que existem leis do desenvolvimento em história e de que os seres humanos as conseguirão descobrir.
Popper dedicou este livro a todos aqueles «que foram vítimas da crença fascista e comunista nas Leis Inexoráveis do Destino Histórico».
Sucinta e lúcida, esta obra tem inspirado gerações de filósofos, historiadores e políticos, e continua a ser um dos livros que melhor ajuda a compreender as ideias deste grande pensador.

“A razão pela qual continuo a criticar diversos aspectos da filosofia de Popper tem que ver com a minha convicção de que ela representa a filosofia mais avançada da nossa época…”
Imre Lakatos

“Karl Popper foi um filósofo de uma originalidade, clareza e profundidade invulgares, e a amplitude do seu pensamento foi excepcional.”
The Times

“A obra de Popper tem um valor que é muito mais do que meramente académico; tem uma enorme relevância imediata para as decisões políticas que todos têm de tomar.”
The Listener

“Um dos pensadores mais influentes e controversos do século XX.”
The Daily Telegraph


Outras Informações
Editora: Esfera do Caos
ISBN: 978-989-8205-29-6
Nº de Páginas: 152
Ano da 1ª Edição: 2007 (1957 em inglês)


A História das Utopias







A história das Utopias
Lewis Mumford











Sinopse


"A utopia é o princípio de todo o progresso e o ensaio preparatório para um futuro melhor" segundo as palavras de Anatole France.

O livro de Lewis Mumford "História das Utopias", numa tradução de Isabel Donas Botto é uma edição da "Antígona".

A História das Utopias, escrita e editada em 1922 é uma obra singular, na qual Lewis Mumford faz a análise das utopias históricas, partindo da distinção entre utopias de escape e utopias de reconstrução, nestas incluindo a maioria das utopias literárias clássicas - de Platão a Edward Bellamy, passando por Thomas More, Bacon, Campanella e outros.

Inspirado nos valores humanistas, Mumford adverte-nos das derivas autoritárias susceptíveis de desfigurarem na prática os ideais mais sublimes.

No modo de vida utopiano, cada homem goza da possibilidade de ser um homem porque ninguém tem a possibilidade de ser um monstro.

O principal objectivo do homem é crescer até atingir o limite da estatura da sua espécie.


Outras Informações
Editora: Antígona
ISBN: 978-972-608-190-0
Nº de Páginas: 266
Ano da 1ª Edição: 2007 (1922 em inglês)